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Itabira, 18 de abril de 2024

Formação litúrgica paroquial

26/02/2024 . Notícias da Paróquia

No dia 25 de fevereiro de 2024, realizou-se uma formação litúrgica a nível paroquial, conduzida pelo diácono Bruno e pelos seminaristas Muryenther e Wellington. O encontro foi dividido em três momentos: sendo o primeiro dedicado à dimensão bíblica do sacrifício; o segundo, aos ritos da Santa Missa; e o terceiro abordando o canto litúrgico e a liturgia na tradição e no Magistério.

No primeiro momento, o seminarista Wellington abordou a temática do sacrifício em Gênesis como uma instituição criada por Deus e que permeia toda a história da salvação. Destacou-se que, a partir de Abel, há um sacrifício perpétuo, bem representado em Jó e diversos personagens do Antigo Testamento, culminando em Jesus Cristo. Este oferece, não mais um sacrifício imperfeito como no Antigo Testamento, mas um sacrifício perfeito atualizado em cada Santa Missa. Foi mencionado também que existem quatro finalidades para o sacrifício de Cristo na Missa: adoração, ação de graças, reparação e petição a Deus.

No segundo momento, a formação foi ministrada pelo seminarista Muryenther, com uma abordagem mais litúrgica. Ele iniciou sua colocação tratando de cada parte  da missa. Depois, discorreu sobre os sentidos sacrificiais de cada parte. Posteriormente, abordou a participação dos fiéis no oferecimento do Santo Sacrifício da Missa e, por fim, a postura necessária para participar desse momento celebrativo.

O terceiro momento foi conduzido pelo diácono Bruno e tratou do canto litúrgico, destacando a necessidade de melodias mais adequadas para a liturgia. Além disso, enfatizou a distinção entre cantos religiosos e cantos litúrgicos, que possuem, cada um, suas especificidades. Nesse sentido, apontou o canto gregoriano como o canto litúrgico por excelência. Mencionou também o desafio dos músicos, que frequentemente precisam atuar em paróquias com perfis litúrgicos diferentes, ressaltando a importância de se superar esses desafios para que as celebrações sejam o mais corretas possível. O diácono também destacou que o bispo é o liturgista por excelência da diocese enquanto o pároco o é na paróquia. Quanto aos fiéis, cabe a responsabilidade de uma participação efetiva e ativa.

No final, o pároco, padre Ueliton, proferiu algumas breves orientações práticas e destacou os desafios a serem superados na paróquia. Assim, concluiu-se essa oportunidade de se tratar de uma temática tão atual para a vida espiritual de cada um. Que Deus ilumine cada participante e renove cada vez mais em cada de uma vivência mais profunda com Cristo nas missas e que o que servem às pastorais litúrgicas sejam cada vez mais iluminados pelo Espírito.

Wellington Rosa de Souza, seminarista no terceiro ano de teologia